Vemos a aflição dos funcionários
públicos, os servidores da ativa e aposentados, pessoas que estudaram,
prestaram concurso público e preferiram fazer uma carreira de segurança e
estabilidade se submetendo a regras e padrões, seu "Ethos é servir ao
povo", sua grande maioria é de pobres assalariados igual a todos nós,
Vemos diversos movimentos ideológicos, preocupados com o que poderá
acontecer daqui a 20 anos, com o direito do Estado de gastar, de investir
em suas políticas públicas. Mais eu pergunto e o Hoje? O Agora? Cadê
os movimentos para invadir as ruas com a mesma força do Impeachment, das
ocupações das Escolas, da Manifestação do Royalties, em protesto a
situação dos trabalhadores do Estado do Rio de Janeiro? Da conta que o
Governo do Estado, nos empurra goela a baixo! Assim vejo como alguns
movimentos se tornaram fúteis e classistas, não são dignos de serem
chamados de movimentos democráticos, movimentos de trabalhadores, nem
movimentos do povo! Pois não são solidários e refletem apenas os seus
próprios interesses pessoais!
As ocupações e manifestações ideológicas, não se aplicam a funcionários públicos, os funcionários públicos são tidos como classes privilegiadas, por alguns manifestantes! Há uma segregação até mesmo dentro dos movimentos!
As ocupações e manifestações ideológicas, não se aplicam a funcionários públicos, os funcionários públicos são tidos como classes privilegiadas, por alguns manifestantes! Há uma segregação até mesmo dentro dos movimentos!
Usei a expressão MEIA-PATACA, para exprimir a meia verdade de alguns movimentos. No Brasil as patacas foram as moedas que por mais tempo circularam no país – de 1695 a 1834. A série era composta por moedas de 20, 40, 80, 160, 320 e 640 réis. O valor de 320 réis – pataca – deu nome à série. A terminologia está na origem da expressão popular de meia-pataca, que designa alguma coisa de pouco valor ou de má qualidade, em relação ao valor total.
Somos todos a classe a trabalhadora, não pode haver divisão!
Tags
Análise política
