“Tchau, Querida - O Diário do Impeachment”. Llivro bomba do ex-deputado Eduardo Cunha.

Quatro ilustres goianos  são citados no livro-bomba “Tchau, Querida — O Diário do Impeachment” (Matrix, 808 páginas), do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, com apoio da filha Danielle Cunha. Jovair Arantes é goiano de Buriti Alegre. Henrique Meirelles é goiano de Anápolis. Jovair Arantes, Sandro Mabel, Joesley Batista e Henrique Meirelles são listados. Quem sai muito mal é Michel Temer. Lula aparece criticando Dilma Rousseff

O livro de Eduardo Cunha, verdadeira bomba — que vai explodir aos poucos, na medida que as informações forem processadas, o que deverá gerar novos processos judiciais —, começa a circular no dia 17 de abril, quando fará cinco anos do impeachment de Dilma Rousseff, a ex-presidente eleita pelo PT. Mas já pode ser pedido nos sites das livrarias Cultura, Travessa e Amazon. Custa R$ 99,00 reais.

O ex-presidente Lula da Silva, do PT, o homem.mais inocente do mundo, aparece no livro, o retrato do petista feito por Eduardo Cunha é o de um político que negociou diretamente para evitar a queda de Dilma Rousseff.

Numa reunião secreta, na casa de Joesley Batista, em São Paulo, Lula, na versão do ex-deputado, “confessou arrependimento por ter patrocinado a reeleição de sua pupila e prometeu a Cunha tentar interferir no STF para ajudá-lo”.  O petista-chefe teria dito, segundo a narrativa de Eduardo Cunha: “Então, o ex-presidente fez um desabafo surpreendente. Contendo o choro, Lula disse que o maior erro que ele havia cometido na vida foi ter permitido que Dilma se candidatasse à reeleição”.

Por que Eduardo Cunha “traiu” o aliado PT e articulou o impeachment? Para o ex-deputado, “além da vingança pela falta de apoio em sua eleição à presidência da Câmara, foi um ato de preservação. Na sua visão, o avanço da Lava Jato contra ele era um complô liderado por Dilma, apoiada por grão-petistas como o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o procurador-geral da República à época, Rodrigo Janot”.

Eduardo Cunha, condenado em dois processos, responde a mais oito processos. Chegou a ficar preso três anos e cinco meses num penitenciária e está sob prisão domiciliar. E revela: está escrevendo um segundo livro. A tendência é que se torne best-seller, como o primeiro se tornará, possivelmente.

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Carlos Alvarenga

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