Nem tudo que reluz é ouro, divida pública continua a crescer


A quitação antecipada da dívida de 15 bilhões e meio de dólares com o Fundo Monetário Internacional anunciada pelo presidente Lula sempre causou polêmica.

Para a ONG Auditoria Cidadã, o governo federal vem, desde o governo Lula, adotando uma política de troca da dívida externa por dívida interna pela emissão de títulos públicos. Há duas formas de endividamento: por meio da emissão de títulos públicos ou pela assinatura de contratos.

Segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Economia, impulsionada pelos gastos com o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – fechou 2020 em R$ 5,01 trilhões.

O FMI (Fundo Monetário Internacional) aumentou de 92,1% para 98,4% a projeção para a dívida pública do Brasil em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) em 2021.

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Carlos Alvarenga

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